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Importância das Boas Maneiras no Atendimento

Comerciantes e comerciários de Catanduva participaram da palestra A Importância das Boas Maneiras no Atendimento, ministrada por Maristela Pellegrino, no Sincomércio. O investimento teve o objetivo de capacitar os profissionais do comércio para atender melhor no final do ano, período mais intenso de vendas.

O bom atendimento, aliado à qualidade de produtos e das lojas da cidade, é oportunidade para que os estabelecimentos vendam bem não somente no Natal, mas para que fidelizem clientes que comprarão em Catanduva ao longo de todo ano.

Maristela informa que as boas maneiras têm tudo a ver com o marketing pessoal e este deve estar alicerçado num bom autoconhecimento. Quem conhece bem a si mesmo, sabe em que precisa melhorar e busca melhorar seu conteúdo, indo atrás de informação e sabendo usar corretamente tanto a simpatia quanto a empatia, que é a capacidade de se colocar no lugar do outro.

Algumas regras de etiqueta: ser gentil, sincero, atencioso e saber ouvir. Atenção para higiene, postura e vestuário.

Já o atendimento por telefone, segundo Maristela, requer prontidão, clareza e conhecimento para prestar a informação desejada.

Conversas entre os colaboradores na presença do cliente requerem cautela. É preciso também evitar as famosas panelinhas. Fofoca em ambiente de trabalho, então, nem se fala. É muito feio. Lembre-se que pessoas geniais falam sobre ideias, pessoas interessantes falam sobre fatos e pessoas medíocres falam sobre outras pessoas. A fofoca demonstra falta de foco no trabalho e envenena o ambiente. Reconheça e respeite as diferenças. Livre-se de preconceitos, afirma a palestrante.

A pontualidade é uma característica dos bem-educados. Não adianta seguir todas essas regras e chegar atrasado. Nada mais descortês que deixar os outros esperando por muito tempo. Os outros não significam exatamente os chefes, mas podem ser seus clientes ou mesmo seus funcionários. Demonstra desorganização ou falta de consideração. Da mesma forma, é importante nunca demonstrar desatenção ou desinteresse ao receber advertências ou críticas, seja por ter chegado atrasado ou por qualquer outra razão. Demonstre maturidade, peça desculpas e procure não repetir o erro. O ditado de que errar é humano e repetir o erro é burrice é muito verdadeiro.

Um pouquinho de história da etiqueta

Dos hippies aos yuppies, a etiqueta no trabalho se tornou imprescindível. Prática e a serviço da boa convivência, em nada se assemelha aos seus criadores franceses cheios de frescura

Quando foi criada pelo monarca francês Luís 14, o vaidoso Rei-Sol, a etiqueta diferenciava os nobres dos pobres mortais. Ao longo das décadas, a etiqueta foi mudando e assumindo diferentes contornos conforme a cultura. O rompimento radical se deu com os hippies e seu declarado posicionamento contra as regras da sociedade. Os filhos deles, entretanto, tiveram dificuldades para ter sucesso no mercado de trabalho nos anos 80.

Hoje, conforme frisa Maristela Pellegrino, a etiqueta social para o trabalho, que no comércio se traduz em boas maneiras no atendimento, busca sanar os problemas advindos da má educação, mas é democrática. Não tem frescura e pretende fazer justamente o oposto do que queria o Rei-Sol: aproximar as pessoas, independente do poder econômico e lugar que ocupam na sociedade, através de boas regras de convivência embasadas no bom senso.

Assessoria de Imprensa Sincomércio 3531 5900/ 9135 5857/ 9114 3056

Fotos: Adriana Mouraa

 

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