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Etiqueta e Celular – Como é possível?

A tecnologia faz parte das nossas vidas. Não tem volta. É isso mesmo, está espalhada em todo canto, ainda mais com a "mobilidade" do 3G e redes sem fio. E quanto mais o tempo passa, ficamos mais à vontade para usar suas ferramentas, como e-mails, navegar em sites, falar (ou escrever) no MSN ou skype, Orkut, Facebook ou Twitter, redes sociais que estão super na moda. Mas será que as pessoas estão prontas para encarar tanto avanço sem deixar a etiqueta de lado, sem dar gafes ao se expor?

A Anatel divulgou dados que mostram que o número de usuários de telefonia móvel no Brasil subiu de 52,4 milhões, em maio de 2004, para mais de 157,5 milhões no mesmo mês de 2009. Com o crescimento do mercado, veio um problema: a falta de etiqueta no dia-a-dia. Um estudo realizado nos Estados Unidos pela empresa de pesquisas Harris Interactive a pedido da Intel revelou que 90% dos adultos norte-americanos sentem-se incomodados com o uso desenfreado de dispositivos móveis em locais públicos como cafés, restaurantes, cinemas e shows. Como, então, saber usar essa tecnologia toda a nosso favor e sem perder o respeito (e os amigos, empregos, namorados...)?

Pare e pense. Quantas vezes você já se deparou com as seguintes situações: celulares tocando no cinema, no meio de palestras, reuniões, consultas médicas e o pior, as pessoas ainda atendiam? Ou então pessoas navegando na internet e respondendo e-mails através de smartphones no meio de uma reunião importante de trabalho? Situações como essas costumam acontecer diariamente. Então como agir corretamente diante disso?

Gloria Kalil disse em seu livro “Alô, chics”, que não há nada mais desagradável do que atender o celular e ficar batendo papo furado em locais públicos ou ambiente de trabalho. “É impressionante como celular mexe com os nervos das pessoas: basta tocar que a pessoa pula para atender ou procura freneticamente o aparelhinho na bolsa para responder no ato. E não é só aqui que isso acontece. Na Europa todo mundo fala sem parar pelas ruas, nos trens, nos cafés, no metrô, embora falem mais baixo do que aqui. É horrível ter que compartilhar conversas pessoais ou profissionais que não têm um pingo de graça com quem a gente não conhece”, afirma Kalil em seu livro.

Ainda, segundo ela, celular é ótimo, mas tem que ser usado de maneira civilizada. E isso inclui não atender em locais públicos ou, se a ligação for muito importante, controlar o tom de voz, afinal, ninguém é obrigado a escutar suas conversas. Nunca esquecer de desligar o celular (ou pelo menos colocá-lo no silencioso) no cinema, em palestras e reuniões.

Claro que não pega bem ficar navegando na internet e respondendo e-mails por meio de notebooks ou smartphones durante reuniões de trabalho ou almoços de negócios, mas pondere a situação com a necessidade de se manter conectado. Se os e-mails puderem esperar um pouco, faça isso. Os smartphones em reuniões também não estão totalmente liberados como a gente acha. Mesmo porque, tira a atenção durante a conversa. Use só quando for imprescindível. Ainda assim, peça licença ou seja discreta.


Etiqueta para usar mídias sociais...

Orkut, Facebook e Twitter... viraram febre e hoje em dia todo mundo tem suas contas e perfil. Mas como usá-las sem cometer gafes? A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo defende que o sucesso do Twitter é prova de que o uso desordenado de novas tecnologias gera um nível de ansiedade muito grande. “As pessoas que estão no Twitter (Orkut ou Facebook) dizem o que estão fazendo a cada momento. São coisas que, em outros tempos, diríamos apenas para as pessoas que nos cercam, como a família, por exemplo”, diz.

O que as redes sociais fazem é integrar amigos e conhecidos do trabalho, família, grupos de estudos e afins. Isso deixa a pessoa exposta em 360º, o que requer cuidado com a imagem e as informações que vão ser dadas. Mesmo que grande parte da "audiência" seja composta por pessoas mais íntimas, é sempre um risco dar detalhes da rotina, revelar sentimentos... O jeito é criar uma estratégia e usar esses veículos para divulgar uma causa, para defender idéias ou até como acessório para o trabalho.

Além disso, pessoas que antes se encontravam pessoalmente e falavam ao telefone passaram a resumir a relação e "posts", o que sinceramente é uma grande perda.

A marketeira A.L., que preferiu não se identificar, contou algumas gafes que aconteceram nas suas mídias sociais. “Eu estava namorando há uma semana e havia enviado uma foto do moço para minha mãe conhecê-lo. Eu estava super feliz, queria compartilhar e era para ser uma coisa discreta, por isso enviei por e-mail. Minha mãe, totalmente desavisada do que é o Orkut, entrou na minha página de recados e escreveu: ‘O Rodrigo é um gato’, e ele leu, claro! Olha que mico, uma semana de namoro e a moça já manda a foto para a mãe?! Fiquei roxa de vergonha, ainda bem que deu para dar boas risadas”, contou ela, que ainda completou dizendo que uma amiga também passou por poucas e boas: “uma amiga minha uma vez postou um comentário de trabalho no Twitter e a chefe dela leu. Isso lhe rendeu quase uma demissão”.

Mas as gafes não param por aí. H.C., promoter em São Paulo, desmarcou um jantar de negócios porque estava com gripe, mas minutos depois postou no Twiiter que iria curtir com os amigos. O cliente, claro, percebeu que se tratava de uma desculpa para se ausentar do compromisso.

A jornalista C.T. é outra que tem história para contar. "Estava em uma negociação para mudar de emprego e um amigo escreveu no meu Twitter perguntando sobre a entrevista. Ficou exposto para todo mundo, inclusive as pessoas do meu trabalho da época, que eu estava procurando emprego", diz.

Texto de Tamirys Collis - Fonte: site Cristiana Arcangeli.

 

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Para facilitar a tarefa de passar a linha no buraco da agulha, experimente esse truque: borrife spray de cabelo na pontinha da linha. Ela ficará “durinha” e atravessará o orifício sem maiores dificuldades.

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